“Inconscientemente, parecia querer buscar em autores, filmes e músicas, algum tipo de consolo. Como se alguém precisasse chegar bem perto do sofá, onde estava, colocar uma das mãos em seu ombro e dizer que aquilo era normal. Que acontecia também com outras pessoas. E que iria passar…” [Caio Fernando Abreu]
Ando tão tão TÃO triste… 2010 tá sendo um ano terrível, terrível*. em tudo. Meu coração foi tão estraçalhado que não tô conseguindo colar, e ando chata, deprê, um porre imenso, imenso… tenho vontade de sair correndo, como se eu quisesse fugir de alguma coisa, mas quando vejo, é como se eu quisesse fugir de mim… Fugir dessa vida que não foi a que eu sonhei, que não tem nada a ver comigo, com o que eu tanto queria… O foda de recomeçar, seja o que for, é que é preciso persistir e ter paciência… Persistência pra mim tudo bem, é inato, persisto até no que não devo, mas paciência… tá complicadíssimo! querotudoagoranesseinstantepraontemjá
* eu sei que o ano tá só começando, mas é que se continuar assim, sobrevivo não! :(
lovely <3
yeah! ;)

Conta-se que numa cidade do interior um grupo de pessoas se divertia com o idiota da aldeia. Um pobre coitado, de pouca inteligência, vivia de pequenos biscates e esmolas. Diariamente eles chamavam o idiota ao bar onde se reuniam e ofereciam a ele a escolha entre duas moedas: uma grande de 25 centavos e outra menor, de 50 centavos. Ele sempre escolhia a maior e menos valiosa, o que era motivo de risos para todos. Certo dia, um dos membros do grupo chamou-o e lhe perguntou se ainda não havia percebido que a moeda maior valia menos.
- ´Eu sei´ – respondeu o tolo.
- ´Ela vale duas vezes menos, mas no dia que eu escolher a outra, a brincadeira acaba e não vou mais ganhar minha moeda`.
Pode-se tirar várias conclusões dessa pequena narrativa.
A primeira: quem parece idiota, nem sempre é.
A segunda: quais eram os verdadeiros idiotas da história?
A terceira: se você for ganancioso, acaba estragando sua fonte de renda.
Mas a conclusão mais interessante é: a percepção de que podemos estar bem, mesmo quando os outros não têm uma boa opinião a nosso respeito.
Portanto, o que importa não é o que pensam de nós, mas sim, quem realmente somos.
“O maior prazer de uma pessoa inteligente é bancar o idiota, diante de um idiota que banca o inteligente”.